Cidades

Reeducandas da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista fazem curso de inteligência emocional

Penitenciária Feminina de Tupi Paulista foi a única do Estado de SP a participar do curso.

Por: Eliane Borges | SAP | Croeste atualizado: 1 de julho de 2020 | 13h35
Reeducandas aprenderam técnicas para gerenciar razão e emoção (Divulgação/SAP). Reeducandas aprenderam técnicas para gerenciar razão e emoção (Divulgação/SAP).

De 10 a 14 de junho, 127 reeeducandas da Ala de Progressão da Penitenciária Feminina de Tupi Paulista, que cumprem pena em regime semiaberto, e servidores, participaram, gratuitamente, de um curso de imersão conhecido como método CIS (Coaching Integral Sistêmico).

Inteligência emocional

O método CIS consiste num programa de mudanças, que pode ser aplicado em diversos momentos da vida de uma pessoa. Ele leva o ser humano para uma imersão, para que ele assuma o controle de sua vida, colocando todos seus objetivos em prática, além de dar ferramentas científicas para gerenciar a razão e a emoção, de modo a eliminar obstáculos que impedem o sucesso financeiro, profissional e dos relacionamentos familiares. 

Treinamento

Para a participação das reeducandas e servidores da penitenciária, 11 links de acesso ao curso foram cedidos pela instituição Febracis Coaching São Paulo, por intermédio do presidente e Master Coach, Paulo Vieira, criador e responsável por desenvolver a metodologia do Coaching Integral Sistêmico. As participantes, de um mesmo alojamento, tiveram aulas das 14h às 22h, de forma virtual, em espaço aberto, sempre com a utilização de máscaras. Na oportunidade, participou também a gestora da unidade, bem como outros diretores dos cargos de Agente de Segurança Penitenciária (ASP), assistentes sociais e oficiais administrativos. (Continua após a publicidade...)

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Selecionados

No Estado de São Paulo, a Penitenciária Feminina de Tupi Paulista foi a única a participar do treinamento. Outros estabelecimentos penitenciários participantes foram do Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Brasília. “Para a nossa unidade, o método permitiu o resgate da autoestima, possibilitando às reeducandas a oportunidade de sair dos rótulos e vencer a rejeição, que tanto impacta na vida delas que, por muitas vezes, se sentem desacreditadas”, explica a gestora da penitenciária, Adriana Alkmin Pereira Domingues.

Equipe de servidores da penitenciária também participou do Método CIS (Divulgação/SAP).

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