Cidades

Legítima defesa: sobrinho que matou tio é absolvido em sessão do Tribunal do Júri

Crime ocorreu em abril de 2018, quando o sobrinho matou o tio com um pedaço de madeira.

Por: Da Redação atualizado: 7 de junho de 2019 | 21h55
Jackson Bergamini, absolvido pela justiça pela tese da legítima defesa, e o advogado Alexandre Ramenzoni, ao final da sessão do Tribunal do Júri, no Fórum de Adamantina (Cedida). Jackson Bergamini, absolvido pela justiça pela tese da legítima defesa, e o advogado Alexandre Ramenzoni, ao final da sessão do Tribunal do Júri, no Fórum de Adamantina (Cedida).

Aconteceu nesta quinta-feira (6) no salão do Tribunal do Júri junto ao Fórum da Comarca de Adamantina, o julgamento de Jackson Bergamini, pelo crime de homicídio praticado conta seu tio, Lucinei Alves Carleto.

O caso foi em 4 de abril do ano passado, na Rua Rio de Janeiro, Jardim Brasil, deixando o tio com graves ferimentos na cabeça e tórax, provocados pelo sobrinho com um pedaço de madeira (caibro). Diante da gravidade dos ferimentos, o homem foi transferido para Marília, onde morreu uma semana depois, em 11 de abril (reveja).

O acusado foi preso pela Polícia Militar no dia 4 (reveja), inicialmente autuado por tentativa de homicídio, e apresentado à Polícia Civil, ficando em seguida à disposição da Justiça. Na época, o sobrinho confessou o crime quando declarou “não suportar ver o tio ameaçar seu pai e tentar agredir, como já fez com sua mãe e a irmã, em data anterior”. (Continua após a publicidade...)

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Depois de realizada toda a instrução processual, Jackson Bergamini foi a júri popular, em sessão realizada nesta quinta-feira, presidido pela juíza Ruth Duarte Menegatti. A defesa do rapaz foi exercida pelo advogado Alexandre Ramenzoni.

No julgamento foram ouvidos o réu e testemunhas de acusação e defesa. O representante do Ministério Público também se manifestou, bem como o advogado do acusado, que sustentou a tese da legítima defesa, face à conduta do tio para com seus familiares.

Ao final do julgamento, os jurados acolheram a tese da legítima defesa, que levou à absolvição do rapaz. “Foi absolvido pela excludente de ilicitude legítima defesa”, destacou o advogado Alexandre Ramenzoni, em publicação nas redes sociais.  

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