Cidades

Em Adamantina, fotógrafo faz imagens do eclipse solar

Em Adamantina, fotógrafo Márcio Sichieri produziu imagens impressionantes do eclipse solar.

Por: Da Redação | Com informações da Agência Brasil atualizado: 4 de julho de 2019 | 11h19
Registro do eclipse em Adamantina, onde foi parcial a cobertura do Sol pela Lua (Imagens: Márcio Sichieri). Registro do eclipse em Adamantina, onde foi parcial a cobertura do Sol pela Lua (Imagens: Márcio Sichieri).

Nesta terça-feira (2), parte da América do Sul e do Oceano Pacífico puderam observar um dos fenômenos mais interessantes da astronomia: o eclipse total do Sol.

No Brasil, o fenômeno pôde ser visto em alguns estados, mas apenas de forma parcial. A cidade de Adamantina estava na faixa de localidades brasileiras onde seria possível essa visualização.

Atento a essa oportunidade, o fotógrafo adamantinense Márcio Sichieri preparou seu equipamento e as lentes mais apropriadas, se posicionou no aeroporto municipal e conseguiu capturar imagens do eclipse.

Fotógrafo registra o eclipse em Adamantina (Imagens: Márcio Sichieri).

O próximo eclipse total do Sol só poderá ser visto em 12 de agosto de 2045 no Nordeste brasileiro. (Continua após a publicidade...)

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Eclipse

O eclipse solar de ontem trouxe uma condição especial para cientista, já que a sombra projetada na Terra passou pelo observatório La Silla, no Chile – um dos mais importantes do mundo, localizado a uma altitude de 2,5 mil metros, livre da poluição visual produzida pelas luzes das cidades. As imagens produzidas da coroa solar ajudarão a avançar os estudos sobre a atmosfera, ventos solares e forças gravitacionais, entre outros.

É a terceira vez em 50 anos que um eclipse passou por espaços com grades telescópios. Em 1961 ele passou pelo L'Observatoire de Haute-Provence, na França; e em 1991, em Mauna Kea, no Havaí.

“A observação e o registro de eclipses solares ainda hoje são importantes para o estudo da coroa solar, cujas características não são totalmente compreendidas e o comportamento é importante para prever o clima espacial. A ejeção de massa coronal em direção à Terra é um fenômeno que pode danificar nossas redes elétricas, telecomunicações e satélites”, explicou, por meio de nota, o pesquisador Eugênio Reis, do Observatório Nacional Eugênio Reis.

"Apesar de a coroa solar brilhar milhões de vezes menos do que a fotosfera solar, um eclipse total do Sol é uma ótima oportunidade para estudá-la", disse.

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