Cidades

Adamantina marca presença no lançamento do Programa Vida Longa

Programa vai construir empreendimentos habitacionais para idosos que moram sozinhos.

Por: Natacha Dominato | PMA
Programa Vida Longa foi lançado em São Paulo (Divulgação CDHU/Habitação). Programa Vida Longa foi lançado em São Paulo (Divulgação CDHU/Habitação).

No dia 1 de outubro é comemorado o Dia do Idoso e o Governo do Estado de São Paulo aproveitou a data para lançar o Programa Vida Longa que é uma ação voltada às pessoas que tem 60 anos ou mais. Adamantina esteve presente no lançamento.

O objetivo do programa é construir empreendimentos destinados a atender às necessidades habitacionais de idosos que moram sozinhos e que estão em situação de vulnerabilidade social.

Barretos, Bauru, Bragança Paulista, Santa Bárbara d’Oeste, São José do Rio Pardo e São Roque foram contempladas com a primeira fase do programa. Contudo, Adamantina já está cadastrada no programa e espera receber o empreendimento do Governo do Estado.

Com até 28 unidades, os conjuntos habitacionais terão imóveis de 28 metros quadrados de área privativa cada, distribuídos em cozinha, sala de estar e dormitório conjugados, banheiro e área de serviço.

Constam no projeto itens de segurança e acessibilidade, como barras de apoio, pias e louças sanitárias em altura adequada, portas e corredores mais largos, interruptores em quantidade e altura ideais, alarmes de emergência sonoros e luminosos, piso antiderrapante, entre outros. Recursos de acessibilidade também serão instalados nas áreas comuns para facilitar a locomoção e dar segurança e conforto ao idoso. (Continua após a publicidade...)

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O Vida Longa é uma ação conjunta entre a Secretaria de Estado da Habitação, a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) e a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, articulada com os municípios paulistas interessados.

As cidades participantes são responsáveis pela indicação dos beneficiários potenciais, pela doação de terrenos para a construção dos imóveis e pela gestão e manutenção dos empreendimentos após a conclusão das obras. O investimento é a fundo perdido e o morador não pagará taxa de ocupação, nem contas de água e luz.

O conceito trazido pelo programa visa gerar mais conforto e maior socialização aos moradores por meio do resgate do modelo de convivência.

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