Memória

Você se lembra dos curta-metragens gravados em Adamantina?

Um breve relato sobre alguns curta-metragens gravados em Adamantina.

Tiago Rafael Colunista
Tiago Rafael
Cincão, curta-metragem de Cacá Haddad (Reprodução) Cincão, curta-metragem de Cacá Haddad (Reprodução)

“Acho que é uma função digna do cinema, mostrar o homem ao homem.”

Glauber Rocha

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Nos últimos dias, em meio aos atuais tempos de isolamento social, cá estamos nós, como diria o velho dito popular: “Sem eira nem beira!” Pois está faltando “professor de história” na terrinha minha gente! Mas sigamos, afinal o Estado Democrático de Direito tornou-se apenas uma falácia nas mentes que defendem a primeira e a terceira vogais e o número depois do quatro. Bola pra frente que o assunto é outro, vai que me censuram não é mesmo?

Falemos de coisas boas! Circula pelas Redes Sociais um vídeo produzido por um grupo de amigos, Anderson Piovesa, Carlos Gualdiano, Flávio Domingos e Richard Zapparoli. Trata-se de uma versão da música “Andrà Tutto Bene” (Vai ficar tudo bem) e teve a participação de inúmeras pessoas da terrinha e mesmo da região. O projeto é “uma mensagem de esperança e coragem a todos do mundo inteiro” em meio a atual pandemia de Covid-19. Vale a pena conferir (assista aqui).

O mais curioso é que por aqui temos várias produções idealizadas e/ou com participação de moradores da terrinha. Como já escrevi em outrora, Adamantina já foi palco de um longa-metragem, “O poder do desejo – Na terra onde meu revólver é lei”. Infelizmente o título se perdeu, apenas os cartazes restaram.

Narciso contra Narciso (Reprodução). 

Em recente conversa com o Sr. Jair Coutinho, me recordava de sua participação, de alguns anos atrás, (regada a muito frango) em um curta-metragem produzido pelo meu amigo Cacá Haddad, “Cincão” (para quem ainda não viu, vale a pena conferir (assista aqui)! E claro, cabe ressaltar que anteriormente também fora produzido pelo mesmo diretor, um outro curta-metragem, Narciso contra Narciso (assista aqui).

Cincão (Reprodução).

E aqui, ressalto que vale a pena conferir cada um desses trabalhos produzidos. Cada qual com a sua complexidade e crítica social própria. E claro, é bem curioso comparar as mudanças nos espaços utilizados nas gravações (muita coisa mudou!).

Enfim, em tempos de pandemia, vale a divulgação e a lembrança de algumas das produções já realizadas por aqui ou pela galera daqui, com certeza, marcaram a história da sétima arte na terrinha.

Tiago Rafael dos Santos Alves

Professor, Historiador e Gestor Ambiental

Membro Correspondente da ACL e AMLJF

tiagorsalves@gmail.com

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