Memória

Recortes da Política Adamantinense - Parte V – Das “cartas difamatórias” às “fake news”

Uma análise da política adamantinense a partir das “fake news”.

Tiago Rafael Colunista
Tiago Rafael
Recortes da Política Adamantinense - Parte V – Das “cartas difamatórias” às “fake news”

 “A pós-verdade costuma ser definida brevemente como uma estratégia de desvalorização dos fatos em prol de interesses pessoais. Também chamada de fake news (notícias falsas) [...]¹

Charles Feitosa

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Em meio ao atuais “tempos obscuros pós-coronavirais da dita “pós-verdade”, vivenciamos recentemente um “explica-explica” daqui e dali nas “redes não tão sociais”. O motivo, é claro que não poderia ser outro... As tais “fake news” daqui, dali e de acolá! E como o assunto beirou para este lado, vamos ao que nos interessa, falar sobre isso em meio a história da “terrinha”.

Todos sabem que em períodos eleitorais, os “debates” entre os candidatos, são ótimas oportunidades de se conhecer o “projeto político” do mesmo, entender as suas motivações e até mesmo esclarecer “essa ou aquela” situação. E cabe destacar que a terrinha ao longo de suas sete décadas sempre os realizou de maneira mais que satisfatória.

No entanto, em épocas eleitorais, uma coisa que sempre me chamou a atenção, são as famosas “cartinhas” que são divulgadas às vésperas desse ou daquele pleito eleitoral. Desde muito pequeno, me recordo dessas “cartas e panfletos”, denegrindo a imagem desse ou daquele político, na maioria das vezes, ou melhor, sempre espalhando difamações, boatarias e informações infundadas.

Como vimos e conforme mencionado acima, nesta última semana, dos tempos da “pós-verdade”, choveram “fake news”, e como sabemos tal situação já é bem corriqueira em nosso meio. Dessa forma, o que me preocupa é o “como será” daqui pra frente em terras ainda não tão exploradas por aqui, como são as “redes não tão sociais”.

E aqui quero deixar claro que, acompanho, cobro e sei do preparo e da competência dos “possíveis candidatos” daqui, dali e acolá, mas me preocupo com o comportamento de eventuais “seguidores”,  “haters” e “fakers” que poderão surgir em tal período e maneira como informações “falsas ou não” serão divulgadas e recebidas pela população.

Enfim, seja com “cartinhas” ou nas “redes não tão sociais”, já sabemos que, espalhar “fake news” é crime e não é nada legal. Que nos atuais tempos da “pós-verdade”, possamos ter um pleito “limpo” e livre de “fake news”. E que, independentemente do candidato, que predominem os “embates” de ideias, projetos e boas ações para a terrinha. Assim seja!

Tiago Rafael dos Santos Alves

Professor, Historiador e Gestor Ambiental

Membro Correspondente da ACL e AMLJF 



[1] Conferir em: <https://revistacult.uol.com.br/home/pos-verdade-e-politica/> Acesso em: 04/07/2020.

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