Memória

A história de Adamantina através da Loteria Paulista

Um breve relato sobre imagens da cidade de Adamantina em bilhetes da Loteria Paulista.

Tiago Rafael Colunista
Tiago Rafael
A história de Adamantina através da Loteria Paulista

“A vida é uma loteria gigante, da qual só se vêem os ganhadores.”

Jostein Gaarder

* * *

Nos últimos dias, em meio aos atuais “tempos obscuros pós-coronavirais”, entre essas e aquelas limpezas de gavetas, caixas e afins, acabei encontrando alguns “bilhetes” da tão conhecida “Loteria Paulista”, extinta em 2009.

Para os mais novos cabe ressaltar que, tal prêmio era uma iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, através do extinto Banco Nossa Caixa. Você poderia comprar o bilhete “inteiro” ou apenas “frações” do mesmo (1/10). Da mesma forma que ocorre com a loteria federal.

Dentre uma de suas curiosidades, cabe destacar qua, “tinha (e tem) uma galera” que comprava o bilhete de acordo com o sonho da noite anterior, baseando-se em uma “suposta” interpretação do mesmo, que o levaria a um animal, com as devidas numerações em uma tabela e tudo mais. E não para por aí não... Existem inúmeras outras “simpatias e afins” que o povo faz aqui e ali para tentar alguma coisa...

(Reprodução).

É claro que, como se sabe, isso ainda não acabou (apenas a Loteria Paulista). Assim, é fato comum ver alguém aqui ou ali, comprando o seu bilhete da Loteria Federal ou até mesmo apostando “de forma alternativa” no famoso “jogo do bicho” ou em outro jogo qualquer. Mas isso já é assunto para outro dia!

Nesse sentido, aqui cabe a explicação do motivo de tal texto. A alguns anos atrás era algo muito comum tal “Loteria Paulista” homenagear este ou aquele evento, lugar ou patrimônio histórico e/ou cultural. Assim, os bilhetes, de 12 de julho de 2002, referentes a extração de nº 751, trouxeram imagens que homenageavam a terrinha.

(Imagens: Acervo Pessoal).

Infelizmente só possuo cinco frações de tal bilhete (são em número de dez), que trazem duas imagens bem nostálgicas da terrinha. A primeira se refere a “Fonte Luminosa da Praça Élio Micheloni” e a outra ao “Prédio do Cine Santo Antonio”, as outras três imagens se referem aos Campi II e III da FAI (atual UNIFAI) e a Santa Casa de Misericórdia.

Enfim, mesmo com o bilhete do “porco” (pelo menos metade dele) não fui o ganhador! Mas, valeu a recordação de exatamente 18 anos atrás! Ah... E por aqui cabe o pedido: Caso alguém possua os outros cinco bilhetes, compartilhem conosco, vale a pena relembrar algumas imagens da terrinha de outrora.

Tiago Rafael dos Santos Alves

Professor, Historiador e Gestor Ambiental

Membro Correspondente da ACL e AMLJF

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