Crônicas Provincianas

“Eu era feliz e não sabia...”

Nem tudo são flores para isto e mais aquilo neste novo tempo de criatura sem criador.

Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | sebar@uol.com.br Colunista
Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | sebar@uol.com.br
(Imagem de Slon Pics por Pixabay). (Imagem de Slon Pics por Pixabay).

“Há duas maneiras de se obter sucesso neste mundo: pelas próprias habilidades ou pela incompetência alheia”. (Jean de La Brunyére)

A conjuntura internacional vem demonstrando que a maioria das pessoas, bem como, empresas e outros estavam de acordo com a proposta do “era feliz e não sabia”, tal qual o dito tupiniquim, porém, pode-se trazer o contexto do global para o local numa perspectiva “glocal”...

O momento está em estado de alerta para ambos os lados de uma mesma moeda, se possível, para levar adiante os desencontros mediados pelos interesses além do senso comum provinciano...

Claro, talvez, porém, escuro, como sempre, nada pode permanecer escondido por muito tempo, assim, mais cedo ou mais tarde, a claridade vai aparecer neste cenário nada acadêmico para os predadores do conhecimento alheio aos interesses em tempo de pós-globalização organizacional...

Não faz tanto tempo assim, quando o sonhador plantou a semente da expansão além do "senso comum" para colocar o tempo em outro tempo, para isto e mais aquilo, foi necessário estar em conexão com as mudanças do planeta em áreas afins aos objetivos de um sonho para fazer a diferença nesta missão acadêmica em meio aos desencontros do outro tempo do tempo...

Mas, nem sempre quem sonhou este sonho sem amarras com isto e mais aquilo está distante das perdas da criatura que se afastou do criador, porém, ainda bem que existe um outro tempo para mostrar que o passado continua marcando presença no presente da criatura...

Assim, o tempo vai passando para criaturas e criador, porém, pelo menos para um dos lados em pauta, tudo continua acontecendo neste cenário provinciano, todavia, do outro lado, nem tudo são flores para isto e mais aquilo neste novo tempo de criatura sem criador...

Nas ruas, bem como, nos corredores perdidos de um lugar qualquer, os desencontros vão de vento em popa como diz o dito tupiniquim, portanto, vale outra frase presente nas esquinas da cidade, a saber: “cada louco/a com sua mania”, haja vista que a loucura é uma virtude mediada pela mediocridade além da imaginação para os magos do saber sem sabedoria...

Também, “nada como um dia depois do outro e uma noite no meio”, neste caso ou no outro caso, como sempre, depende sempre de cada olhar da criatura frente ao criador, pode-se deixar levar pela máxima do senso comum: “eu era feliz e não sabia...”

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