Crônicas Provincianas

Amigos da onça ou onças sem amigo

Todo mundo tem um preço quando está em jogo o poder pelo poder.

Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com Colunista
Sérgio Barbosa | Jornalista diplomado e professor universitário | barbosa.sebar@gmail.com
(Ilustração). (Ilustração).

“Como sempre, a imprensa tinha razão...” (Henry Kissinger)

As coisas, pelo andar da carruagem andam de mal a pior para algumas figuras do mundo mais do que animal neste novo tempo, entre os quais, aqueles amigos de sempre, isto é, da onça é claro!

Por isto e mais aquilo, o lado selvagem do dito mais do que cujo anda mal das pernas, desculpe, das patas, afinal, depois de ficar mais de quatro anos treinando “tiro ao alvo”, acabou sem mais e sem menos ficando sem o alvo e o pior nesta estória tupiniquim, na reta final tiraram o alvo do “amigo da onça” e aí, bom, nada disto e daquilo, até mesmo ficou como “o amigo da onça que nem a onça o quer por perto”.

É isso aí leitor, “cada louco com sua mania”, afinal de contas, cada um carrega a mala que deseja nestas viagens de muitas idas e poucas vindas para o lado do consenso neste cenário acadêmico.

Os “amigos da onça” continuam rondando os lados de uma, quem sabe, duas ou mais moedas, afinal disto ou daquilo está do lado do amigo sem onça agora, resta saber se o dito sem cujo sabe da sua situação no meio que circula sem mais e sem menos.

As notícias correm como o vento pelas esquinas de uma província qualquer, assim, dizem que as onças estão em extinção animal, resta saber se as outras, aquelas travestidas de pele de cordeiro, porém, com dentes de lobo noturno, isso mesmo leitor, costumam circular na calada da noite, buscando um ataque pelas costas do criador da criatura e nada mais para um desencontro em tempo de pós-globalização.

Os fatos de uma mesma história estão na pauta para reforçar outros temas, entre os quais, temática relacionada com o cristianismo, disto pode-se levar em conta o lado da religião, mesmo num mundo irracional, quem sabe, uma negociata para estar no poder para um acerto de contas ou para, finalmente, depois de anos pegar nas rédeas de um jeito ou de outro.

Ah! Sim, o cristianismo tem o seu lado nesta estória tupiniquim, quando aparecem num mesmo circo provinciano, Judas e o tal “amigo da onça”, por isto e aquilo o poder acaba prevalecendo para uns e outros ficam na torcida, para o bem ou para o mal de uma mesma conquista acadêmica.

Também, todo mundo tem um preço quando está em jogo o poder pelo poder e nada a declarar neste jogo da pseudoverdade em meio aos boatos disseminados pelos “amigos da onça ou onças sem amigo” daqui pra frente neste mundo animal ou seria animal do mundo?

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