Polícia

Ação da Polícia Civil prende falso funcionário do Tribunal de Contas do Estado

Homem tentou extorquir prefeitura da região e foi preso pela Polícia Civil de Presidente Venceslau.

Por: Deinter 8 / Presidente Prudente
Acusado foi detido por policiais civis de Presidente Venceslau dentro de um restaurante na Rodovia Castelo Branco, em Pardinho, quando recebia a quantia em dinheiro (Foto: Cedida/Deinter 8). Acusado foi detido por policiais civis de Presidente Venceslau dentro de um restaurante na Rodovia Castelo Branco, em Pardinho, quando recebia a quantia em dinheiro (Foto: Cedida/Deinter 8).

Após investigações realizadas pela Central de Polícia Judiciária de Presidente Venceslau, policiais civis prenderam na tarde de ontem (2) na Rodovia Castelo Branco, próximo ao município de Pardinho, R.H.F., de 41 anos, responsável por extorsões em pelo menos 30 prefeituras do interior paulista, incluindo a de Presidente Venceslau, o que motivou a ação policial.
Membro de associação criminosa se identificava como sendo Conselheiro Corregedor e um dos sete conselheiros da Corte de Contas do Estado (TCE) e solicitava dos prefeitos contribuições para edição da Revista do TCE. Para os que negavam, o homem ameaçava com a afirmação de que “analisava processos envolvendo” os prefeitos. O contato prévio era realizado por supostos assessores, que durante as negociações simulavam ligações ao Conselheiro.
O grupo é composto por outros quatro homens e uma mulher, estes foragidos.
Durante as investigações, o TCE emitiu nota informando que um grupo atua desde 2002 e esclareceu que, em tempo algum, autorizou qualquer pessoa a solicitar patrocínio, isso porque a Revista do TCE é distribuída gratuitamente desde o ano de 1957 e sempre teve as despesas decorrentes suportadas pelo orçamento da Corte. (Comunicado SDG nº 07/2016 – TCE, de 26 de janeiro de 2016).
O acusado foi detido por policiais civis de Presidente Venceslau dentro de um restaurante na Rodovia Castelo Branco, no Município de Pardinho, quando recebia a quantia em dinheiro e foi autuado em flagrante delito na cidade de Presidente Venceslau, sendo encaminhado em seguida ao CDP de Caiuá.
Ele já havia sido preso no ano passado em São Joaquim da Barra (SP), ao tentar extorquir um comerciante e acusado em maio do mesmo ano de praticar extorsão, com ameaças de fechamento do Hospital Samaritano, de Campinas, caso a direção do estabelecimento não entregasse vantagens indevidas a um falso “procurador federal”. A associação criminosa ainda praticou crimes em detrimento da “Associação Nacional de Procuradores” e de Tribunais Superiores.
R.H.F. responderá aos crimes de extorsão, tráfico de influência, Associação criminosa e falsa identidade e se condenado poderá pegar mais de 27 anos de prisão.

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