Banco Mundial já divulgou o ranking global de Paridade do Poder de Compra
Performance da economia nacional demonstra um claro potencial de crescimento.
Quando falamos do setor econômico, um conjunto de conceitos entram na conversa, da lucratividade até o rendimento fixo. Contudo, este universo também passa por designações mais complexas, como é o caso de Paridade do Poder de Compra (PPC), ou seja, os parâmetros que relacionam diferentes moedas mediante a sua capacidade para comprar um bem ou serviço em determinado país.
Utilizada por diferentes organismos como forma de posicionarem a economia dos países numa perspectiva global, o Banco Mundial destaca-se neste panorama pelos inúmeros estudos feitos acerca da Paridade do Poder de Compra. Entre as pesquisas mais recentes está uma do ano passado que situou a economia brasileira em apenas oitavo lugar no que diz respeito a este conceito.
Utilizando como referência informações do Fundo Monetário Internacional (FMI), a lista é liderada pela China, completando o seu top três com os Estados Unidos e a Índia. Por sua vez, já em 2019 o Brasil ocupava o oitavo lugar, tendência também esperada para 2021.
Na verdade, quando falamos em poder de compra como um todo, não só os compradores individuais entram na equação, mas também as próprias organizações. Por isso, o país vem desenvolvendo inúmeros projetos que orientam pequenas e médias empresas para as vendas. Entre eles destacou-se o curso criado pelo Sebrae-SP que, em abril deste ano, preparou diversas organizações para a comercialização destinada a entidades públicas.
Os hábitos dos brasileiros perante a economia nacional
A performance da economia nacional demonstra um claro potencial de crescimento, já que, de acordo com dados divulgados pelo Banco Central, a expectativa de evolução econômica do país subiu de 3,04%, para 3,14% entre abril e maio deste ano. Por outro lado, também o mercado de trabalho parece ter um futuro positivo, sendo criados 837 mil empregos entre janeiro e março de 2021, o que representa um crescimento 12 vezes superior ao do mesmo período em 2020.
Entre os principais impulsionadores destes dados está o setor industrial que, envolvendo áreas como a agricultura e a mineração, vem demonstrando a sua valiosa contribuição para a economia brasileira.
No entanto, o panorama econômico faz-se de pessoas e, desta maneira, as finanças pessoais também devem ser levadas em consideração quando abordamos este domínio. Num cenário em que os brasileiros vem ganhando uma maior literacia financeira e, consequentemente, entendem melhor o seu dinheiro, a utilização de ferramentas tecnológicas para esta gestão passou a fazer parte do seu cotidiano.
Nesse sentido, surgem diversas plataformas dedicadas ao setor que, aliando utilidade ao entretenimento, vieram revolucionar o panorama econômico. De um lado estão os aplicativos móveis que, tal como acontece com o Organizze, permitem não só fazer a gestão do seu dinheiro, como também criar gráficos e esquemas. Por outro lado, agora é possível passar por momentos de diversão enquanto aplica o seu dinheiro já que, graças à migração dos cassinos para o online, você pode participar deste universo sem depósito. Isto significa que você tem a oportunidade de lucrar sem qualquer tipo de investimento, com a segurança de não colocar o seu dinheiro em risco.
E falando em aplicação do seu dinheiro, a verdade é que também o conceito de investimento ganhou força nos últimos anos, dada a democratização no acesso a este universo. Desde uma postura conservadora até uma mais arrojada, o perfil de investidor reinventou-se face ao impulsionamento da economia brasileira.
Assim, não só o investimento através do Tesouro Direto e das ações se popularizou, como também por meio de startups, consideradas um dos maiores fenômenos empresariais da atualidade. Além disso, estima-se um crescimento acentuado do setor imobiliário, instigando uma maior curiosidade por parte dos investidores que, nos últimos anos, têm demonstrado uma preferência por este mercado.
Com isto em mente, torna-se necessário entender que a economia é transversal a todas as vertentes do nosso cotidiano, englobando tanto o mundo empresarial, como as menores decisões que tomamos com o nosso dinheiro. Desta forma, embora a literacia financeira esteja cada vez mais presente entre os brasileiros, é crucial fornecer uma educação mais focada nesta questão.